Monthly Archive for Setembro, 2008

inmago.org

acabei de lançar oficialmente o inmago.org e preciso de toda a ajuda possível.


a viagem do cantábrico

fazia-se véspera de interrail quando, reunidos no adamastor, decidimos trocar os carris pela estrada - um pouco por culpa da minha despreocupação! lá me meti num carro com a cesca, a joana, a inês e o tiago e percorremos o mar cantábrico, pela lindíssima costa norte espanhola.. tal como aconteceu no sul, esta viagem pelo norte ibérico fez-me lembrar os tempos em que me fiz galego, talvez por ter começado precisamente em santiago de compostela, que já não via há já dois anos - foi tão nostálgico, este reencontro! lá cruzámos a galiza até zarautz e entrámos nas astúrias por gijón, em direcção a bilbau, essa linda cidade basca assinada por Frank Gehry.. entrámos em donostia - san sebastian e ficámos maravilhados com a agressividade com que o mar moldou a cidade! gente moderna numa cidade secular: haverá melhor perdição? enquanto a chuva caía naquelas ruas medievais, os surfistas passeavam-se à procura de atalhos para o mar.. tão indie! chegados a pamplona, vimos as festas populares nas ruas da zona velha e apaixonámo-nos de novo.. mas lá saímos em direcção a logroño, onde dormimos numa suite de hotel numa pequena vila chamada navarrete - abençoada recepcionista! já em madrid, dei-me ao luxo de andar de bicicleta com o tiago em plena cidade desertificada pela chuva intensa - e como adorei, minha gente! a viagem acabou em salamanca, com um saltinho por toledo (a única cidade comum às minhas duas roadtrips) porque as carteiras já não aguentavam tantos gastos.. e as nossas histórias a cinco? inesquecíveis! e as saudades já apertam.


morreu Bob, o meu disco externo

e, com ele, os últimos nove anos da minha vida em mais de 250GB de fotografias, músicas e projectos.. quando ligo o Bob à alimentação, ele suspira-me uns moribundos beeps durante um bom meio minuto - e é assim que os discos LaCie morrem, segundo o que vi no Google! este episódio já me aconteceu outras vezes e pelos vistos ainda não aprendi a lição - mas, de certa forma, acho que até é interessante ter perdido todas as minhas coisas do passado, talvez porque nunca foi tão importante para mim focar-me no futuro (chiça, levei uns bons cinco minutos a escrever esta última frase).